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Acabou

O 4nerds acabou. Este será o ultimo post desse pequeno blog. O Facebook deletou a pagina no face por algum motivo obscuro e não sei o porque. Vou fazer um backup com todo o site, mas sem nenhuma pretensão de volta, apenas porque acho alguns conteúdos bons.

Obrigado a todos que por algum motivo passaram por aqui e gostaram do conteúdo. Espero ainda poder trazer algum conteúdo útil em algum outro momento.

Começo da madrugada

Mesmo estando em casa, o mundo não para de girar. O céu é o mesmo para todos nós e o sol nunca vai deixar de fazer seu curso.
Somos feitos da mesma matéria das estrelas e retornaremos ao mesmo pó.
Que levemos a vida de maneira leve e verdadeira, que nossas ações não sejam levadas por maldade e sim bondade extrema.
Esses são meus votos para todos.

Todos falam nas aulas hoje em dia sobre os paradigmas e as necessidades de quebrar os paradigmas.
Agora eu pergunto,  por que não mudar a própria faculdade para um meio que não seja chato e estressante?

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Busquem conhecimento…

– E.T. Bilu

Eu sinceramente achei que o 4Nerds havia morrido. Pois eu estava (estou ainda) sem muito saco para escrever nele e cuidar como fiz ha um tempo atras.

Ocorreram muitas coisas, pessoas que estavam aqui e não fazem mais parte do “staff”. Eventos que conseguimos entrar como imprensa mas não conseguimos ir na data por “n” motivos. Ou pura e simples preguiça.

Mas percebi que realmente parei de escrever aqui quando comprei meu PS3. Coisa que deveria me ajudar a escrever, criar mais conteúdo, mas ao contrario o PS3 tirou minha alma.

Mas minha mente continua a mil por hora e eu garanto que vou continuar colocando conteúdo aqui. Não garanto nenhum tipo de periodicidade, mas farei o possível.

A batalha saudável dos games

Os e-sports, uma espécie de competição em vídeo-games, transforma a diversão em seriedade

São Paulo, SP – Kaue sabe utilizar mais de 10 armas com uma precisão e velocidade típicas de um soldado de elite. Isso, só no videogame. Aos 26 anos de idade, ele dedica parte do tempo a um jogo de guerra chamado Call of Duty. Mas ele não está para brincadeira: Kaue Santana é organizador de campeonatos do game na internet.

Os chamados e-sports são uma tendência cada vez mais em alta no Brasil e no mundo, em que os games são tratados realmente como esportes. Os participantes treinam como atletas, podem ser patrocinados, e até competem por prêmios. A ideia também é, junto com essa competitividade, mostrar que a violência do jogo não sai – e nem deve sair –  para a vida real.

“Os jogadores têm a oportunidade de conhecer os jogadores online. Isso mostra que o mundo de carne e osso é bem diferente do online”, explica Gustavo Lima. Ele é um dos organizadores do Batalha dos Games com Internet fixa LIVE Tim, o maior evento desse tipo no Brasil, que acontece no próximo final de semana em São Paulo. Os jogadores competem durante o evento, mas muitos saem de lá com novas amizades e trocas de experiência.

Para o psicólogo e colaborador do Batalha, Luis Ayres Hochheimer, uma competição vai até além disso: “Campeonato é igual a desafio, que é igual a querer ser o melhor – não importando quais obstáculos que é preciso superar. A importância de mostrar aos companheiros e a si mesmo que está, ou não, apto para a battle, é uma questão de vida ou morte para alguns. Mostrar-se capaz ou incapaz a si próprio é uma necessidade moral e política”, explica.

Violência e games

O objetivo dos e-sports é estimular a competição, não a violência. E, nesse ponto, o Brasil ainda está atrasado. Os jogadores brasileiros, conhecidos como “hueiros” (pelo modo como riem, usando a expressão HUE), são famosos pela falta de educação nos games online, como DOTA e League of Legends.

“Esse é um dos motivos pelo qual o competitivo no Brasil ainda não é tão forte. A média de idade é de 15 anos, então sempre tem discussão entre clãs”, acredita Kaue. Os clãs são as equipes formadas pelos jogadores.

Para estimular o fair game (jogo honesto, em tradução livre), as próprias produtoras criam seus mecanismos e classificações indicativas. Por exemplo, a Riot Games, empresa responsável pelo League of Legends (conhecido pela sigla LoL), criou uma espécie de tribunal em que os próprios jogadores são os juízes.

Exatamente para isso que os campeonatos tentam “oficializar”, cada vez mais, os games como esportes. A ideia é simples: tratando assim, os gamers – sobretudo quando ainda crianças – passam a ver o jogo não apenas como uma diversão, mas também como treino e superação. “Então, eu vejo a competição de games como uma necessidade humana de transpor obstáculos e enfrentar consequências morais e pessoais. Uns vencem, outros perdem. É como a vida, e eles têm de lidar com isso”, acredita Luis.

Para o psicólogo, o modo como a criança interage com um jogo violento não deve passar pela proibição, mas sim pelo entendimento, com a orientação dos pais: “Cada casa tem a forma de pensar e resolver se a criança está apta ou não a jogar um game. A sociabilidade é que precisa ser vigiada, não o game por si só. A meu ver, é necessário uma convivência maior entre pais e filhos”, opina.

Apesar da polêmica em relação à violência, entre os jogadores existe um consenso: os jogos garantem muita diversão, ainda mais se houver competição.

Alguns dos jogadores chegam a ser patrocinados e até mesmo a treinar como atletas. FOTO: DIVULGAÇÃO

Alguns dos jogadores chegam a ser patrocinados e até mesmo a treinar como atletas.
FOTO: DIVULGAÇÃO

O que é?

– O Batalha dos Games com internet fixa LIVE Tim é o primeiro campeonato independe de games do Brasil criado exclusivamente para a diversão de todos. Você não precisa ser profissional para participar, basta ser bom em algum jogo e entrar para provar. As batalhas serão disputadas em 14 arenas (divididas entre Xbox 360 e Playstation 3), com diversos jogos, ao estilo eliminatória simples (mata-mata, copa ou morte súbita), separadamente durante os dois dias de evento.

O vencedor de cada campeonato levará o videogame disputado para casa e o segundo colocado levará o jogo original.

O melhor Cosplay de cada dia (masculino e feminino) levará um Xbox 360.

 

Onde?
- Espaço Apas

Rua Pio XI, 1200, Alto da Lapa

ñ 05060-000 São Paulo, Brazil

 

Quando?

24 e 25 de agosto de 2013

 

Contato

Assessoria de imprensa Grupo Player 2
imprensa@oplayer2.com.br

 

Website
http://www.batalhadosgames.com.br/

 

O menino autista e sua maquina de lavar

As vezes eu fico imaginando como é difícil pra uma pessoa com deficiência mental fazer algumas coisas, ou em como é difícil ser aceito para a sociedade. Essa parte as vezes me surpreende é a capacidade (não que os deficientes não tenham) de fazerem alguma coisa magnifica. Esse garoto que tem 10 anos (quando o video foi gravado) fez um puta trampo de percussão apenas com as mãos e sua maquina de lavar.

Sinceramente emocionante.

 

Visto no Uhull.

Um fim para 2012

Venho aqui apenas para deixar os meus sentimentos com relação a 2012. Esse ano que pelo menos pra mim passou muito rápido  teve seus pontos positivos, aconteceram coisas maravilhosas mas tive uma perda que não será nunca reparada.

Vamos do começo? O ano começou com muitos desafios em meu trabalho. O primeiro semestre foi muito, mas muito corrido e cheio de desanimo. Houveram desentendimentos com superiores e varias coisas que não vem ao caso comentar.

O blog ficou parado por muitos meses, mas não quero dar nenhuma explicação, pois pelo que entendo é o que irá acontecer para 2013 também. Muitas das coisas que me desanimaram continuam por aqui e o blog é uma parte de mim que é motivada e bem humorada e enquanto algumas coisas não passarem, eu continuo sem nenhuma inspiração pra fazer mais matérias para o blog. Mas tenho certeza que isso irá mudar.

Perdi meu avô que não tenho palavras pra descrever o quanto isso marcou, muito menos quero explicar as circunstancias em que ele se foi, mas digo que se tem alguém em quem eu posso me espelhar é ele.

E agora no meio do segundo semestre, eu e a Estrella nos casamos. Mudamos para uma casa nossa e estamos muito bem, graças a Deus. Agora é a hora de sentarmos e reavaliarmos nossas vidas para um 2013 feliz e os próximos anos muito melhores que esse.

Este ano, as realizações foram muitas, mas acho que a “maior” delas foi começarmos, mesmo que timidamente a correr. Nos exercitar. Isso foi o mais importante.

Acho que agora, nós temos algumas metas a seguir:

  • Criar uma rotina para treinos;
  • Estabilizar nossa vida e chegarmos num equilíbrio;
  • Reascendermos a chama para trazer o 4nerds para um 2013 muito produtivo e melhor.

Este foi o meu ano. Eu e a Estrella desejamos a todos um maravilhoso 2013, com muita saúde, amor, fé e dinheiro a todos.

Abraços,

Di Santinni – A loja que destrata o cliente e está acima da lei

Fiz a aquisição de alguns produtos da Black Friday da Di Santinni calçados (loja virtual) e aí começou meu martírio.  Após efetuar a compra notei que vieram valores diferentes ao anunciado, tentei contato com eles, pois, conforme abaixo o horário de atendimento dos mesmos era de sex a sex das 08h00min as 22h00min, mas às 19h30min já não estavam mais atendendo ao telefone.

Entrei em contato com eles por e-mail e por facebook dizendo dessa discrepância e pediram que eu enviasse os prints da tela referente aos valores. Além disso, alegaram que o horário de atendimento havia mudado para seg. a sex. das 10h00min as 18h00min (ah sim claro, todo cliente tem bola de cristal.) Então começou a saga para que está me tirando do sério. Além de ter sido por eles pessimamente atendida eles alegam que não irão ressarcir o valor por motivos não especificados.

Enviei a eles um conjunto de leis do porque não poderiam fazer isso mas eles se julgam acima da lei e disseram que ainda assim não irão me ressarcir pois ao rodapé da pagina diz que: “Em caso de divergência de preços no site, o valor válido é o do Carrinho de Compras” (coisa que não tem embasamento ou efeito legal.

A lei é muito clara, mas segundo a atendente Rafaela, eles não irão cumpri-la. Pedi que me enviasse um e-mail com o embasamento legal para não o fazerem mas a mesma não o fez. Além disso, para dificultar minha compra eles pediram (mesmo após a compra ter sido autorizada pela prestadora e já terem descontado uma parcela) para que eu enviasse uma cópia de minha fatura “para minha segurança”. E enviei o seguinte e-mail também sem resposta. Eles não podem fazer isso.

“Em 26 de novembro de 2012 12:38, Di Santinni <analisedepedidos@di-santinni.com.br> escreveu:

Prezado (a) Ariane Teixeira de Melo

Agradecemos sua visita e compra em nosso site, contamos sempre com a sua colaboração, sugestões e críticas.

Identificamos que o pedido 631786 foi realizado com cartão de crédito após a aprovação da administradora, em nosso processo de liberação de compra também é rotineira a avaliação do varejo a qual é efetuada por uma empresa fornecedora chamada FControl.

Para garantir a sua segurança e certificar que seus dados não foram utilizados por terceiros, precisamos de sua ajuda!

É necessário que seja enviada a cópia dos documentos abaixo para que possamos dar sequência no processo e entregar seu pedido o mais rápido possível:

– Cópia ou foto da última fatura de seu cartão legível. (Em caso de débito em conta exportar fatura on-line).”

Resposta:

“De: Ariane Micheletti

Data: 26 de novembro de 2012 16:18

Assunto: Re: Di Santinni Calçados – Solicitação de documentos

Para: Di Santinni <analisedepedidos@di-santinni.com.br>

Desconheço este tipo de procedimento e gostaria de saber com quais bases legais o fazem ates de enviar meus documentos para qualquer pessoa que seja. Além disso sei que o fazem simplesmente pelo fato de estarem dificultando a compra que fiz em 23/11. Pois, os dados desejados já foram inseridos no momento da compra.

Tal procedimento não é rotineiro e o desconheço. Além disso estou sentindo-me mais do que lesada por esta companhia que agora além de infringirem o CDC também estão cometendo atos de injúria? Estão por acaso alegando que fiz compra com cartão de terceiros?

Fico no aguardo das bases legais e quem será detentor de tais informações e porque as querem se a compra já foi aprovada. Quem deve me comprovar alguns trâmites na realidade é a DiSantinni, trâmites este dos quais ainda aguardo resposta. Deixo aqui manifestado meu sentimento profundo de insatisfação para com o tratamento recebido por mim nesta empresa e pela falta de organização desta administração. Sendo assim, estou levando o caso a público pois esta não é a forma correta de se agir com um cliente.

Creio que a empresa estará perdendo muito mais do que imagina.

Att

Ariane Melo”

O produto anunciado foi de R$ 45,49 e a cobrança de R$ 69,99, a diferença de valores é ínfima (R$ 24,50), mas o que me espanta é a arrogância com a qual me trataram e acima de tudo o desrespeito com a lei. Disseram ainda que posso procurar os meus direitos, e digo, meus direitos eu sei quais são então são eles quem deve procurar suas obrigações.

Esse tipo de desrespeito com o consumidor é diário e as empresas estão cada vez menos organizadas e menos preparadas para suprir os clientes bem informados e acabam passando por cima da lei. Estamos num país onde sofremos com isso todo o tempo seja nas empresas, na política, na saúde… O que não podemos ser é pacíficos e lei deve ser cumprida. Não existem pessoas ou empresas acima da lei.

A resposta oficial que tenho deles não é embasada em lei alguma e nem pode ser pois não existe tal amparo na legislação, segundo eles:  “Compreendemos sua insatifação, não queremos de forma alguma demonstrar desinteresse ou omitir a real situação desse caso.
Informamos que devido ao grande número de acessos em nosso site, na sexta-feira, infelizmente ocorreu essa incongruência, porém em nosso site especificamos que em caso de divergência o valor válido é o do carrinho de compras. O cliente poderá avaliar os preços antes de concluir a compra ou entrar em contato com nossa central de atendimento para oferecermos o suporte necessário, caso o mesmo não consiga contato telefônico poderá acessar nosso atendimento online (chat) ou e-mail atendimento@disantinni.com.br.”

Segundo a LEI No 10.962, DE 11 DE OUTUBRO DE 2004,  lei que regula as condições de oferta e afixação de preços de bens e serviços para o consumidor,  podemos ver que:

Art. 2o São admitidas as seguintes formas de afixação de preços em vendas a varejo para o consumidor:

I – no comércio em geral, por meio de etiquetas ou similares afixados diretamente nos bens expostos à venda, e em vitrines, mediante divulgação do preço à vista em caracteres legíveis;

II – em auto-serviços, supermercados, hipermercados, mercearias ou estabelecimentos comerciais onde o consumidor tenha acesso direto ao produto, sem intervenção do comerciante, mediante a impressão ou afixação do preço do produto na embalagem, ou a afixação de código referencial, ou ainda, com a afixação de código de barras.

Parágrafo único. Nos casos de utilização de código referencial ou de barras, o comerciante deverá expor, de forma clara e legível, junto aos itens expostos, informação relativa ao preço à vista do produto, suas características e código.

  Art. 5o No caso de divergência de preços para o mesmo produto entre os sistemas de informação de preços utilizados pelo estabelecimento, o consumidor pagará o menor dentre eles.

Ou seja, a loja alegar que  “em caso de divergência o valor válido é o do carrinho de compras.” É um absurdo e extremamente ilegal.

O CDC Art. 35 prevê que:

“Se o fornecedor de produtos ou serviços recusar cumprimento à oferta, apresentação ou publicidade, o consumidor poderá, alternativamente e à sua livre escolha:

I – exigir o cumprimento forçado da obrigação, nos termos da oferta, apresentação ou publicidade;

II – aceitar outro produto ou prestação de serviço equivalente;

III – rescindir o contrato, com direito à restituição da quantia eventualmente antecipada, monetariamente atualizada, e a perdas e danos”.

Podemos perceber, portanto que eles agiram de muita má fé, pois, ao invés de admitirem o erro e cobraram o menor valor, estão insistindo no maior,  caracterizando assim má fé por parte da empresa, por usarem um preço menor para atrair o consumidor e depois cobrarem outro valor.

Além disso, segundo o Artigo 42 do Código de Defesa do Consumidor – Lei 8078/90

Art. 42. Na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça.

Parágrafo único. O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de correção monetária e juros legais, salvo hipótese de engano justificável ( o que não é o caso da empresa pois podemos verificar que claramente agem de má fé).

Sendo assim eles me devem um montante de R$ 49,00 que segundo a atendente Rafaela, não irão pagar.  Minha reclamação junto ao PROCON SP já foi efetuada e aguardo resposta.

Nós consumidores devemos estar preparados e lutar contra esse tipo de atitude. Pois desconhecer a lei já é uma atitude ruim para uma empresa deste porte, mas desrespeitá-la é crime e criminosos devem ser punidos. Não deixem passar em branco, denunciem, divulguem, não comprem. Pois a próxima vítima pode ser você.

 

 

Trollando a professora like a BOSS

Um cigarro, uma tragada

Ja conheci pessoas imbecis, mas igual esse cara ta dificil. Alguém consegue fazer uma besteira dessa?

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