Tag4nerds

Começo da madrugada

Mesmo estando em casa, o mundo não para de girar. O céu é o mesmo para todos nós e o sol nunca vai deixar de fazer seu curso.
Somos feitos da mesma matéria das estrelas e retornaremos ao mesmo pó.
Que levemos a vida de maneira leve e verdadeira, que nossas ações não sejam levadas por maldade e sim bondade extrema.
Esses são meus votos para todos.

Eu sinceramente achei que o 4Nerds havia morrido. Pois eu estava (estou ainda) sem muito saco para escrever nele e cuidar como fiz ha um tempo atras.

Ocorreram muitas coisas, pessoas que estavam aqui e não fazem mais parte do “staff”. Eventos que conseguimos entrar como imprensa mas não conseguimos ir na data por “n” motivos. Ou pura e simples preguiça.

Mas percebi que realmente parei de escrever aqui quando comprei meu PS3. Coisa que deveria me ajudar a escrever, criar mais conteúdo, mas ao contrario o PS3 tirou minha alma.

Mas minha mente continua a mil por hora e eu garanto que vou continuar colocando conteúdo aqui. Não garanto nenhum tipo de periodicidade, mas farei o possível.

Simbolismo #3 – Criação

E finalmente chegamos a parte final do nosso grimório sobre simbolismo no RPG… =)

Não, não vou falar de origem do mundo, até por que em RPG é o que mais se tem, vou dar dicas de como criar seus próprios símbolos e sair da mesmice de depender de material oficial ou símbolos já existentes.

E vamos ao que interessa…

Símbolo: É o visual em si. Aqui você define como ele é, o que é e tudo o mais que se refira a parte estética.

Significado: O que ele significa para as pessoas que o utilizam

Utilização: Aqui é definido em que esse símbolo é utilizado, expulsão do mal, cura, etc.

Origem: Não é origem histórica, mas se é um símbolo de origem mundana, divina ou profana (importante de se definir isso)

Nível de conhecimento: Aqui se define o quanto ele é conhecido, de muito comum para um símbolo que está em quase todos os lugares a símbolo perdido para aqueles apenas encontrado em ruínas esquecidas.

Variações: Sim, todo símbolo tem variações do seu original com o mesmo significado, ou semelhante.

Bom, espero que ajude a nossos grandes mestres a surpreender (mwhahahaha) seus jogadores, e a aflorar a criatividade, por que eu mesmo acho um saco ter que usar apenas um símbolo divino pra cada deus em Tormenta. Que Nimb role bons dados a todos…

Simbolismo #2 – A cruz

Nossa segunda parte da matéria tratando o simbolismo dentro do RPG, vamos falar de um dos símbolos mais universais da humanidade, a cruz.

Para nós ocidentais modernos, a cruz é associada ao suplício e a dor, relembrando a morte de Cristo. Mas para vários outros povos da antiguidade ela tinha outro significado, como por exemplo para os chineses que representa a ideia de universalidade e plenitude, inteiro, perfeito, completo, extremo. Assemelhando-se com os hebreus que tomam a cruz como o símbolo da vizinhança, amizade, fartura, etc.

Muitos outros povos usaram a cruz em sua cultura ou ritos, como símbolo da vida (egípcios antigos), como representação dos quatro elementos (cabala) entre outras.

Diferentemente do simbolismo do corvo (que retratei na semana passada) a cruz é um símbolo muito variado em interpretações, fazendo com que possamos dar o significado que quisermos a ela dentro da campanha.

Mas vamos para o mais comum a nós, a cruz como representação de um deus bondoso, no caso de Tormenta Khalmyr. Sim, Khalmyr pode ser representado pela cruz em sua campanha. Seria até surpreendente pros jogadores acostumados com os clérigos e paladinos portando estandartes com uma espada e uma balança. Mas se você observar a própria cruz seria uma espada cerrada ao chão. Então em vilarejos mais distantes teríamos a representação de Khalmyr como uma cruz, mostrando assim a justiça do deus (que nem sequer precisa ser conhecido por esse nome, assunto pra outra matéria).

Mas podemos surpreender mais ainda os jogadores, pois como visto em uma das representações da cabala a cruz pode representar os quatro elementos, sendo assim a representação da natureza, então poderíamos usa-la para representar a deusa Allihanna ou então algum outro deus ligado ao mundo natural (Lena por exemplo).

Por sua variedade de formas e representações podemos usar a cruz como quisermos nas campanhas, mas o mais legal é surpreender os jogadores, que tal uma cruz de Tenebra? (shuriken de quatro pontas)

Até a próxima, Mephyros.

A tecnologia é um vicio?

Já tenho ouvido falar faz algum tempo, das novas doenças que estão chegando com a multiplicação da Tecnologia. Não tenho duvidas que com a propagação da tecnologia novas patologias seja mcriadas, mas eu sinceramente acredito que hoje não conseguimos definir o que existe como uma doença.

Vou me explicar, a tecnologia veio para trazer facilidade as nossas vidas e não acabar com elas. Infelizmente as pessoas mais uma vez provam que aquilo que era pra ajudar, acaba atrapalhando. Mas como assim “mais uma vez”?

Veja bem, desde o inicio da historia humana, todas as ferramentas criadas para auxiliar o trabalho humano, foram utilizadas para fins de “auto-destruição”, vamos tomar alguns exemplos:

- Acho que o primeiro exemplo são as ferramentas como picaretas, machados, etc., que não foram usadas apenas para auxilio das tarefas, mas em brigas tribais;

- Outro bom exemplo é o da energia nuclear, que mesmo em estado experimental na década de 40, foi utilizada para simplesmente dizimar regiões de um país.

Temos centenas de outros exemplos de como a tecnologia foi executada de maneira totalmente deturpada da maneira que ela normalmente foi projetada. Sendo assim, eu sinceramente acredito que as “novas doenças”, provindas da tecnologia não sejam culpa da tecnologia em si, mas sim da fragilidade em que a mente humana se encontra normalmente. Vou dar um exemplo de um absurdo que não é por culpa da tecnologia, mas sim dos seres humanos que não estão preocupados em COMO usar essa tecnologia corretamente. Vejam:

 

Espero que tenham gostado, e comentem com suas opiniões.

Simbolismo #1 O Corvo

Voltamos com nossa coluna semanal de RPG, com mais um projeto megalomaníaco meu, dessa vez escrevendo dicas de como usar o simbolismo nas suas campanhas.

No primeiro ponto vou usar um símbolo bastante conhecido, e muitas vezes mal usado pelos mestres, por simples falta de informação acerca do próprio significado.

Vamos lá, remetendo aos primórdios… O corvo na Grécia e outras civilizações antigas ele era associado como um simbolo de magia e primórdio, por sua cor preta que é vista como concentrador de energias e como o escuro primordial criador do universo. Já no medievo, o corvo é visto como sinal de mau agouro por parte do povo, mas grande parte dessa cultura veio devido à Igreja que deturpou todos os símbolos das culturas precedentes.

Então, aqui já vemos dois significados diferentes pro mesmo símbolo. Na mesa de jogo, o mestre é livre pra decidir qual significado usar, ou até inventar outro mais apropriado à sua campanha.  Normalmente os símbolos são vistos em sonhos, visões ou profecias, e em cada uma delas ele tem um modo próprio de ser interpretado.

Nos sonhos ele é ou não aquilo normalmente conhecido, sonhos são enganadores, então a presença do próprio símbolo pode ser totalmente o oposto ao normalmente conhecido. Em visões é que a coisa complica, por que elas nunca ficam claras até que se realizem, ou estejam muito perto de se realizar, nesses casos o símbolo pode ter qualquer significado. E em profecias, eles têm sempre o significado mais comum dada pela população local.

Agora voltando em como utilizar em mesa, como sempre um foco em Tormenta RPG, como na mesa normalmente não temos nenhuma civilização histórica que citei agora, o corvo pode ter qualquer significado, mas como somos frutos de uma civilização cristã ocidental, normalmente associamos ele ao mau presságio. O mestre pode ou não utilizar, colocando assim o conhecimento geral dos jogadores a prova, e separar o conhecimento deles dos personagens, dando margens as mais variadas interpretações.

No caso de Tormenta, ou qualquer outro RPG com uma “civilização” bárbara, o corvo normalmente vai ser uma associação totêmica relacionada à deus(a) da natureza, no caso de Tormenta Allihanna. Nesse caso ela teria o mesmo significado dos gregos, símbolo do primórdio da vida e da criação, e como um pássaro, um símbolo de poder sobre todos os outros seres.

Mas lembrem-se PJ’s espertinhos, o mestre pode subverter todo e qualquer significado na campanha, então cuidado com o meta-game.

Até a próxima semana… Mephyros

Galeria Cosplay – Army Man

Faaaala Pessoal! Estamos de volta com nossa Galeria Cosplay. Lembrando que se quiserem dar sugestões, podem enviar para o nosso E-mail ou Facebook.

Hoje vamos ver os cosplays dos nossos antigos bonequinhos[bb]verdes do exército.

Curtam abaixo.

 

 

RPG e miniaturas

Ontem estava tendo uma boa conversa com o Daurus sobre preguiça, RPG, Old Dragon, Brasil, política, estudo e essas coisas da vida. Quando ele falou em um desejo de comprar miniaturas. Daí me veio na cabeça, qual a função real delas em uma mesa, resolvi escrever um pouco da minha experiência utilizando estas em mesa, para isso irei utilizar dois sistemas diferentes, e demonstrar como utilizar (ou não) em cada sistema. Os dois sistemas serão o Storyteller e o D20 (no caso, Tormenta).

 

No caso do sistema Storyteller é altamente dispensável o uso de miniaturas, visto até que, em nenhum momento se faz necessário o uso das mini’s. Por que o próprio sistema prioriza uma descrição altamente detalhada das cenas e das posições em que os personagens se encontram. O que também nos leva ao problema de descrições altamente detalhadas, e por consequência, demoradas. O narrador tem que usar e abusar da criatividade para descrever as pessoas e locais em que os PJ’s estão localizados.

Mas o maior problema em se descrever no Storyteller são os combates, principalmente quando se utilizam o cenário como vantagem (no caso mais comum os Nosferatu) ou quando há uma excessiva movimentação dos PJ’s e NPC’s como também vários personagens em cena.  Utilizar miniaturas em Storyteller seria uma boa em combate, mas no demais, nas outras situações, no caso o mais comum (pelo menos deveria ser), elas apenas seriam dispêndio de dinheiro.

 

Já no D20 a história é outra, utilizar miniaturas chega a ser quase vital. Visto que o sistema em si é um sistema militarista, que é altamente priorizado pro combate e muitas escaramuças, utilizar miniaturas para marcar os NPC’s e os PJ’s em cena é o mais comum quase todo o tempo, principalmente em sessões em que os PJ’s se enfiam em cavernas/templos/qualquer-coisa-perigosa pra realizar uma determinada missão, visto que uma descrição detalhada demais poderia tomar um tempo precioso, utilizar as miniaturas pouparia um tempo precioso que poderia ser utilizado no foco principal do sistema, o combate (e antes que reclamem, vão estudar a origem do RPG, e no caso do D&D em si… *afiando a espada longa anti-reclamão +3).  Como o sistema D20 em si utiliza muito a questão de espaço de personagem, área ocupada, movimentação e essas coisas quase como um “Heroes of Might and Magic 3″ se torna um sistema quase impossível de se mestrar sem ajuda das minis, mas não é uma missão impossível, só vai se precisar de bastante criatividade, e um tempo de preparação maior para a aventura.

 

Com essas idéias jogadas agora, dá pra notar que não é impossível jogar o sistema D20 sem miniaturas, basta ter uma boa criatividade descritiva e uma preparação das cenas para que elas não se tornem a mesmice de “uma sala úmida e fria da catacumba com alguns sarcófagos”. E novamente, antes que reclamem, D&D é sim um sistema voltado pro combate, quer vocês queiram ou não, oras, ele veio do Wargame, o que mais queriam?

Feliz Dia da Mulher

 

A ideia da existência de um dia internacional da mulher surge na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, quando ocorre a incorporação do trabalho feminino, na indústria. As condições de trabalho, eram motivo de frequentes protestos por parte das trabalhadoras. Muitas manifestações ocorreram nos anos seguintes, em várias partes do mundo, destacando-se Nova Yorque, Berlim, Viena e São Petersburgo.

O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de fevereiro de 1909 nos EUA, por iniciativa do Partido Socialista da América, em memória do protesto contra as más condições de trabalho das operárias da indústria do vestuário de Nova Yorque.

Em 25 de março de 1911, um incêndio em uma fábrica da  Triangle Shirtwaist mataria 146 trabalhadores – a maioria costureiras. O número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. É provável que a morte das trabalhadoras da Triangle se tenha incorporado ao imaginário  coletivo, de modo que esse episódio é, com frequência, erradamente  considerado como a origem do Dia Internacional da Mulher.

Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução Russa. Em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na Revolução de fevereiro. Trotsky assim registrou o evento:“Em 23 de fevereiro (8 de março no calendário gregoriano) estavam planejadas ações revolucionárias. Pela manhã, a despeito das diretivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’ viria a inaugurar a revolução”.

No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920. Posteriormente, a data caiu no esquecimento e só foi recuperada pelo movimento feminista, já na década de 60, sendo, afinal, adotado pelas Nações Unidas, em 1977.
Esse “pequeno” texto é um pouco da história da origem do Dia Internacional da Mulher (recebeu alguns cortes pra não ficar muito extenso), e é com orgulho que eu e todos que fazemos desejamos um FELIZ DIA DA MULHER com letras garrafais. Sejam mães, avós, irmãs, donas-de-casa, executivas, mecânicas, jovens, idosas, loiras, morenas… Por que vocês merecem, por todas as lutas e conquistas.

Blogs e seus memes

Passeando pelos blogs essa semana notei uma coisa nos blogs, mais especificamente nesses blog de memes, a maioria deles tem apenas piadas repetidas e/ou repostadas de outros blogs com o mesmo tipo de conteúdo.

Isso me faz pensar no quão cansativo e chato deve ser acompanhar vários deles, e ver em semanas diferentes uma ou outra postagem que você já viu em outro blog.

Existe um certo viral em cima desses memes, estão em quase todos os lugares da internet que você vá, mas acontece que eles tornam as piadas repetitivas por que de algum modo elas têm de terminar com um mesmo fim. Não que eu esteja falando para não vermos, pois eu mesmo acompanho vários desses blogs, mas sim que não seja resumido a apenas memes.

Aproveitando também, pra quem curte RPG (já que é minha coluna a priori) o blog RPGVale tem uma sessão semanal com tirinhas sobre RPG. E algumas bem engraçadas por sinal, o RollD6.

Terminando a postagem com uma tirinha retirada de um dos blogs (não lembro qual, desculpem) a algum tempo atrás…

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