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Crasy Taxi GRATIS

Galera! Quem tem Android ou iOS pode baixar o jogo Crasy Taxi de GRAÇA!

Sim, o jogo que fez muito sucesso na época do Dreamquest. Aquele que tem uma ótima trilha sonora e tudo mais!

Corram la! Não é um publipost. É saudosismo puro e siimples! Vão la!

Tudo que você sempre quis fazer com seu Wiimote mas sua religião não permitia

Chega um dia na vida em que você acorda, abre a janela do quarto e grita a plenos pulmões: “cara, como eu queria usar Wiimotes pra controlar um emulador do meu celular Android”!

Pois seus problemas acabaram; esse vídeo foi feito para você!

Abraços e até a próxima!

E na bateria não vai nada, né?

Olá, queridos amigos! O que você gostaria de ESTAR FAZENDO agora? Alguns de vocês diriam que gostariam de estar numa ilha deserta. Outros, quiçá, ao lado dalguma celebridade da moda. Ainda outros, no casamento do príncipe. Pois eu, dado aos pequenos prazeres da vida, gostaria apenas de ESTAR POSTANDO do meu smartphone, para testar o app do WordPress que baixei do Android Market. Mas you know what? A bateria dele estava quase no osso quando voltava pra casa há coisa de 1 hora atrás. E recarreguei-o há menos de 48 horas, veja você!

I Hate Battery Low!

I Hate Battery Low!

Essa é a realidade de quem tem um celular um pouco mais afrescalhado nos dias de hoje: baterias que duram, na melhor das hipóteses, 3 dias antes de pedirem arrego, como confirma a pesquisa Data Nerd que fizemos na semana retrasada. É uma situação ainda mais angustiante para late-adopters como eu, que há pouco tinha um dumbphone que via um carregador a cada 4 ou 5 dias.

Sim, a bateria dos nossos queridos smartphones anda durando pouco, muito menos do que gostaríamos. Mas talvez sejamos nós mesmos os culpados por isso. Não conheço muitas pessoas que deixaram de comprar smartphones quando souberam que a autonomia da bateria era ridícula. Houvessem deixado, será que as empresas gastariam mais esforço tentando aumentar a duração das baterias que equipam seus brinquedinhos?

Tomemos como exemplo o 3G, razão que leva muitos a procurarem smartphones. Nos últimos meses, vimos o preço dos planos de dados das mais importantes operadoras despencarem. Já é possível usar o 3G por R$ 0,50 o dia. Será de fato que os custos de transmissão de dados despencaram? Será que as operadoras investiram fortemente em infra-estrutura ou P&D, conseguindo assim baratear os custos? Duvido. As pessoas deixavam de assinar planos de dados porque os preços eram absurdos. As operadoras, percebendo isso, diminuíram os preços e todos foram felizes para sempre. Será que as fabricantes de celulares, de modo semelhante, não achariam uma boa ideia melhorar a bateria dos aparelhos quando vissem que seus potenciais consumidores simplesmente não iriam comprá-los caso não o fizessem?

Nada sei, amigos. Só sei que em poucos meses a Motorola lançará no mercado os primeiros celulares quad-cores. Apesar de ter lido em alguns lugares que a autonomia da bateria foi levada em conta na nova arquitetura da NVIDIA que esses novos aparelhos terão, fico com o pé atrás: acho de verdade que chegará o dia em que usaremos celulares que mais se parecem com telefones sem fio, tendo que deixá-los carregando na base de 3 em 3 horas.

E você, também vê um futuro sombrio para as baterias dos celulares? Desistiu de comprar seu smartphone depois desse balde de água fria? Comente, xingue, sinta-se à vontade!

Beijos e abraços, e até a próxima!

Um Android pra chamar de seu

Olá, leitor amigo! Como passou de carnaval? Eu passei bem, obrigado por perguntar! Cá estou eu novamente, cheio de alegria e disposição, para entretê-los fornecendo uma visão irônica do mundo, num post cheio de malemolência e entusiasmo juvenil. Ou não.

Pois bem. Você é um rapaz (ou uma moça) precavida, que guarda mensalmente uma quantia em dinheiro. Passados 5 meses, em posse de R$ 700, você acorda numa manhã de terça-feira e, depois de servir-se de um copo de leite semi-desnatado, olha no espelho e exclama: “Todo mundo tem um Android, menos eu!”. Por exagerada que seja a frase, é bem verdade que o SO da Google vem ganhando espaço no micro-mundo dos smartphones, sendo o sistema dominante de tais aparelhinhos nos EUA. Você é um ser esperto, porém, que não quer torrar todas as suas economias num brinquedinho. Você procura um smartphone barato, algo com estilo, que una poder de processamento, tela grande de alta resolução, grande autonomia de bateria e câmera decente. O Pelé dos smartphones.

Eu, que sou seu amigo e não quero ver você triste e abatido, te aconselho: pare de sonhar e volte à realidade. Aparelhos que unam todas as características acima custam caro, muito caro. Mas, fazendo uma ou outra concessão, dá pra encontrar algo legal com esse dinheiro que você poupou às duras penas.

Acompanhe comigo essa despretenciosa análise que faço de três Androids que cabem no seu bolso, dadas suas dimensões diminutas. Se cabem no seu orçamento é outra história, mas garanto que estão dentre os mais baratos vendidos no Brasil. Todos eles são 3G, tem Wi-Fi, GPS e o caramba a quatro. Corta pra 2!

 

Motorola Spice XT300

Motorola Spice XT300

Dizem as más línguas que é uma cópia do Blackberry Torch. Se tinha gente que dizia que Morango do Nordeste era um plágio, por que um celular não pode ser?

Prós: A maior tela dos três – acredite, 0,5 polegadas fazem sim muita diferença quando o assunto é celular. O design do aparelho é bastante elegante. Tem pinch-to-zoom, então você vai conseguir impressionar aquele(a) gatinho(a) que é um(a) topeira e fazê-lo(a) pensar que o seu celular é um iPhone. O browser é bem feitinho também, e o pinch-to-zoom funciona nele. Cara, como eu amo pinch-to-zoom.

Contras: O processador não é lá aquelas coisas: trata-se de um ARM com 528MHz. Dá pra sentir uma boa diferença no desempenho do celular, principalmente quando comparado ao Xperia. O teclado tem as teclas muito juntas, também, o que vai fazer da sua vida um inferno se você tiver dedos obesos. A câmera é bem vagaba, também.

Quanto morre? R$ 615, numa loja minimamente confiável. Se você gosta de emoções, num famoso site de leilões da Internet um vendedor te entrega um por R$ 488.  Vai por conta e risco, e se te entregarem direitinho me conta que faço umas CORRERIA pra comprar um.

 

Sony Ericsson X10 Mini Pro

Xperia X10 Mini Pro

Picurrucho e poderoso. O X10 Mini Pro tem um irmão mais pobre, o X10 Mini, que não tem teclado físico. Não analisei o outro porque digitar em teclado virtual, pra mim, deveria ser considerado uma técnica de tortura.

Prós: tem hardware de gente grande, com processador de 600 MHz. Rola tethering, Quake 3, emulador de Playstation. Rolou até uma lagriminha de ver o cara jogando FF VII. Pronto, me recompus. A câmera é de 5MP, e o teclado é bastante confortável, com teclas espaçadas.

Contras: a tela é pequenininha. O design é meio feinho, também. Na real, o celular lembra um daqueles MP11 VAICO com antena de TV que o seu primo tem.

Quanto morre? de R$ 619 (se você gosta de emoções) a R$ 754 (em uma loja que provavelmente não vai sumir com o seu dinheiro).

 

Motorola Flipout

Motorola Flipout

Um celular quadradão. Sendo sincero com você: esse eu não testei, mas tive boas recomendações.

Prós: Tem um hardware decente. Processador de 600 MHz. Tela de 2,8 polegadas.

Contras: Pra mim, celular tem que obrigatoriamente cumprir um papel: possibilitar chamadas telefônicas com qualidade razoável de som para quem chama e para quem recebe uma ligação. Um celular quadrado não me parece muito anatômico, a não ser que você seja parente do cara do Quake e seu rosto seja igualmente quadrado.

Quanto morre? R$ 660 (com emoção) a R$ 688 (loja decentinha).

 

Bom, por enquanto é só. Espero ter ajudado você, leitor perspicaz, a fazer uma boa escolha.

Beijos no mindinho, e até a próxima!

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