Taglivros

Vampiros Manual de Conversão

Mais uma resenha neste site, agora vou resenhar algum dos livros que mais me chamou a atenção após a criação do novo Mundo das Trevas. Mas antes de começar a resenha em si, vamos para um pouco de historia:

Quando foi lançado, o novo Mundo das Trevas não agradou muito. Foram vendas muito boas, mas o universo parece que não cativou. Passados alguns anos, somente poucos aficionados continuaram jogando o antigo Mundo das Trevas, mas todos sentiam falta do cenário. Principalmente aqui no Brasil, pois não foram lançados em português os suplementos que terminaram com a cronologia do antigo MdT.

Eis que dessa nebulosa controvérsia, a CCP/WhiteWolf lançou o Vampiros Manual de Conversão. Eu particularmente achei estranho o lançamento deste livro, pois tira o principio da separação das cronologias. Não que seja errado, porque o novo sistema é uma evolução do antigo, com outro foco e novas mecânicas.

Bom, vou parar de tagarelar e falar mesmo do livro.

Vampiros Manual de Conversão foi lançado pela WhiteWolf SOMENTE em PDF. Isso não é de todo ruim (la nos EUA) com a massificação do Tablet e E-Readers, mas como sabemos aqui no Brasil isso é um pouco diferente, a Devir optou por lançar o livro impresso. Com uma arte de capa especial para o Brasil e mais algumas surpresas que eles colocaram dentro do livro.

O livro em si é muito fácil e de certa forma rápido de ler (menos para aqueles que esqueceram as regras de Vampiro: A Mascara, como eu). Mas de qualquer maneira, o livro trata das conversões de um sistema para outro, por capítulos. Por exemplo, tem o capitulo que fala somente de conversão de disciplinas. E sempre o capitulo procede com a conversão do VaM para o VoR, e depois faz o processo inverso.

Dicas de livros do Daurus – Trilogia do Graal.

Eu sou um adicto em leitura. Isto posto vou dar algumas dicas de leitura para todos.

Hoje vou indicar uma obra do Bernard Cornwell que eu particularmente acho incrível, prende a atenção do começo ao fim, uma obra prima.

É a Trilogia do Graal, que conta a historia de um filho de um padre que se envolve numa grande saga durante a Guerra dos 100 anos. Não vou falar muito mais para não estragar o enredo da história.

Li os livros 3 vezes e quero ler mais uma, só não o fiz ainda pois os livros estão emprestados.

Como não poderia deixar de ser, estou colocando um link para o Submarino onde os 3 volumes estão em promoção.

 

Veja a oferta aqui.

Livros, a internet e o RPG

Nos últimos meses fiquei pensando no meu post sobre a Promoção sangue novo da Devir. Assim, estou aqui mais uma vez para falar sobre um tema delicado. A famigerada pirataria.

Sim meus amigos, a pirataria de nossos “amados” livros. Hoje vivemos num mundo globalizado e todos os livros (ou quase) estão na internet em formato eletrônico. Sei disso pois já fiz vários downloads de livros sem tradução no Brasil.

Contudo eu sinceramente não gosto da pirataria de livros. Sendo o mundo perfeito, aquele em que todos nós termos acesso aos livros em nossa língua nativa por um preço justo.

Posso dar o exemplo do livro Old Dragon em PDF, pelo qual realmente procurei para download, mas não obtive sucesso. Tive que esperar um tempo ainda para a compra do OldDragon em pdf oficialmente pela sua editora. Sendo que o OldDragon é na minha opinião um RPG bem-sucedido no mercado brasileiro, a sua “não-pirataria” é não só uma surpresa como uma evolução do mercado editorial. Por outro lado, temos os grandes manuais da Devir aos montes para Download.

Então venho propor não só a Devir, mas como a todas as editoras, uma quebra de paradigma com relação aos seus acervos. Disponibilizem para venda seus arquivos eletrônicos (PDF, epub, kindle, etc.) por um valor justo e acessível, não o valor impraticável que temos hoje.

De maneira nenhuma eu acho que isso irá quebrar o mercado de livros no Brasil, acredito que o mercado va sim ter uma grande valorização. Mas por que isso gordinho?!

Respondo! Eu comprei um livro eletrônico. Gostei do que li e quero guarda-lo, eu compraria este livro sem nenhum problema. Ainda mais se o livro tivesse uma edição especial ou com capa dura. Sem ter os (pra mim) inconvenientes do eletrônico, como a necessidade de um equipamento para ler, a luminosidade do LCD ou ainda a necessidade de energia elétrica para carregar a bateria do gadget.

Assim como o disco de vinil não morreu na era do MP3 e do CD/DVD, os livros dificilmente irão morrer, pois não precisam de nenhum equipamento, podem ser lidos durante o dia e sua qualidade é inegavelmente acima da média.

Espero que gostem das minhas opiniões. Comentem e sejam felizes. Leiam, joguem, mestrem e principalmente divulguem nosso Hobby.

O preço dos livros brasileiros

Nesses últimos tempos eu estou com a pulga atrás da orelha. Sério mesmo, eu estou ficando maluco com algumas disparidades que eu vejo. Às vezes eu acho que o povo brasileiro não sabe a maravilha que tem nas mãos e só sabem reclamar.

Esse final de semana eu parei pra pensar num assunto que varias pessoas falam comigo e eu nunca dei nenhuma opinião. O preço dos livros no Brasil. São caros mesmo, como todo mundo fala? Ou é apenas uma ilusão isso no Brasil?

Em primeiríssimo lugar, vamos a um fato que poucas pessoas devem ter se atentado: cultura. No Brasil, nós temos uma cultura de que livros são um bem durável. E são. Aqui no Brasil, os livros são feitos de uma maneira mais “durável”.

Mas ai vocês perguntam: “Mas gordinho, como assim? No resto do planeta não funciona assim?”

A resposta é: mais ou menos.

Fora do Brasil, pegando o exemplo dos Estados Unidos, nós temos vários tipos de impressão de livros, que até onde eu sei, no Brasil nunca “pegou”. Por exemplo, as modalidades mais vendidas nas terras do tio Sam são:

Hardcover: Como o próprio nome diz, é a impressão em capa dura.

PaperBack: Impressão em “papel jornal”, parecido com os livros “pocket” que temos aqui no Brasil.

Zanzando pelo site da Amazon, eu verifiquei que os livros nessas categorias têm grandes diferenças de preço. Vou pegar como exemplo o livro “Agincourt” do autor inglês Bernard Cornwell.

Temos um livro que se fizermos a conversão ele sai para o Brasil (sem contar nenhum tipo de frete):

HardCover: R$ 32,00.

Paperback: R$ 18,00.

Logo pensamos, nossa, mas como é barato livro nos EUA. Eu até concordo, mas ainda temos que colocar o valor do frete desse livro para o Brasil.

Agora vamos voltar ao nosso querido país. Aqui nós temos o mesmo livro por R$ 49,90 no site da Fnac. Nossa que diferença de preço não? Sinceramente eu não acho. Vou explicar os 3 pontos do porque eu não acho tão caro.

1 – Tradução: Livros nos EUA não precisam ser traduzidos quando o autor é americano ou inglês. Logo, o livro sai minimamente mais em conta pelo tradutor não existir.

2 – Tipo de papel: O papel utilizado para impressão no Brasil é infinitamente melhor que o papel utilizado nos EUA. O papel utilizado no Brasil é outro, de qualidade muito maior que o utilizado nos EUA.

3 – Arte do livro: O trabalho de editoração e de capa dos livros no Brasil é infinitamente melhor que nos EUA. Vou pegar como exemplo o próprio livro Agincourt ou Azincourt no Brasil. Vejam e me falem qual é melhor.

 

Algumas das considerações a se fazer também é que eu não contei os custos com a franquia ou de direitos autorais, pois estou contando que tudo isso é pago em qualquer país.

Livros no Brasil, não são caros. Pois mesmo os livros “pocket” o tipo do papel usado no Brasil é melhor que o utilizado nos EUA.

Sim pessoas, querendo ou não, eu estou defendendo os editores brasileiros, pois estou vendo com “ótica” de um cara acostumado a comprar os livros brasileiros, com a qualidade magistral executada aqui na maior parte das editoras.

Ainda acredito que nossa mentalidade possa mudar, inclusive para livros mais baratos e com os e-books, a tendência é ser muito mais barato o material de leitura. Pois hoje os e-books estão com preços absurdos no Brasil.

Agora, vamos comparar os preços numa categoria exatamente igual. Os livros de RPG:

Pegarei como exemplo, o livro “Antagonistas” publicado originalmente pela White-Wolf e no Brasil pela Devir.

O livro é em capa dura envernizada, papel de alta qualidade e brilhante, muitas ilustrações e tabelas. Uma diagramação muito boa. Os livros são realmente bem parecidos nas duas versões. Agora vamos aos comparativos dos números:

Antagonists (White-Wolf Store): U$ 24,99. Convertendo para reais, o livro sai por apenas: R$ 43,00 sem nenhum tipo de frete.

Antagonistas (Moonshadows RPG): R$ 43,11 sem nenhum tipo de frete.

O preço é exatamente igual. Sem nenhum frete calculado o preço dos livros é muito próximo. Mesmo com os custos de franquia, tradução e distribuição o livro em português é equivalente ao livro gringo.

Queridos leitores, gostaria das opiniões sobre este assunto, pois existem muitas pessoas que falam abertamente que os livros no Brasil são caros, que se deve abaixar o preço, etc. Ninguém vê ou entende que os preços no Brasil são competitivos com os EUA, pois nossa cultura é diferente. Eu aposto que se os livros forem lançados no Brasil com papel jornal, o livro será muito mais barato, como falado acima.

Leiam, comentem e sejam felizes!

E-readers e seus parcos livros

Hoje senhoras e senhores, venho através deste humilde espaço falar um pouco da minha cruzada por uma leitura melhor. Espero que entendam estas linhas não como uma reclamação, mas sim como um apelo dedicado aos editores.

No final do ano comprei um e-book reader. Muito legal, com Sistema Operacional Android, nada de muito sofisticado, mas atende as minhas expectativas. Sinceramente o adorei. Mas dês de que o comprei venho encontrando dificuldades em encontrar livros em um formato em que o reader suporte.

Claro que ele lê PDF, DOC e outros documentos, este não é o problema, mas o PDF não se ajusta bem ao tamanho da tela que é de 7”. O Doc, apesar de conseguir visualizar, ele não é amigável para leitura. As opções são livros em formato “Kindle” ou “Epub”. Agora o problema começa de verdade.

O Kindle é fácil, e é só fazer o download do aplicativo da Amazon que está tudo certo. Mas a Amazon tem muito pouca coisa em português. Mas por mais incrível que pareça, tem mais títulos que muitas livrarias brasileiras. Já o Epub, é mais abrangente, é lido por praticamente todos os e-readers, mas não tem praticamente nenhum livro publicado neste formato.

Enfim, a oferta é pouca, mas e quando encontramos uma opção para comprar?

Vou pegar como exemplo o livro “1822” de Laurentino Gomes. Um livro muito bom, mas não será comprado tão cedo, principalmente de maneira eletrônica. Pois um único fator me divide entre comprar o livro físico e o digital. O preço. E é por isso que falo, no Brasil infelizmente o modelo de mercado não da pra comprar livros digitais.

Encontrei o livro em papel na minha livraria predileta por R$ 31,90. Sem contar o desconto que eu tenho pelo cartão da loja. E também o encontrei em (ufa!) epub pela pequena bagatela de R$ 29,90. Enquanto na Amazon o livro em português mais “caro” que eu encontrei foi de U$ 11,00. Praticamente o mesmo preço da livraria aqui do Brasil, mas levando em conta os Tramites com direitos autorais, o preço é até justo.

O que sinceramente não é justo são livros sem um padrão de editoração eletrônica e sem nenhum tipo de diferença entre o preço dele em papel e o digital, afinal de contas, os livros digitais não têm o custo de gráfica correto?

Espero que algum querido leitor me de algumas idéias do que fazer. Comentem e ajudem!

© 2014 4 Nerds

Theme by Anders NorenUp ↑